ESTADIO MALVINAS ARGENTINAS – MENDOZA
Mendoza possui um estádio de futebol que foi erguido para a Copa do Mundo de 1978, pois a Argentina necessitava de mais estádios para atender as exigências da de um evento tão grandioso como este, foi então que este estádio foi construído em 1976 e inaugurado em 14 de Maio de 1978, com um jogo entre as equipes de Mendoza e San Rafael, na época o estádio levava o nome de Estádio Ciudad de Mendoza.
Este estádio sediou os jogos do grupo D, na qual as seleções do Iran, Países Baixos, Peru e Escócia.
Depois também sediou os jogos da segunda rodada, entre as seleções do Brasil vs Peru, Peru vs Polônia e Brasil vs Polônia.
A seleção Brasileira saiu vitoriosa dos dois jogos, com 3 x 0, em cima do Peru, gols de Zico e Dirceu(2). No outro jogo a seleção canarinho ganhou por 3 x 1, com gols de Nelinho e Roberto Dinamite(2) para o Brasil e Lato descontou para a Polônia.
Depois da guerra das Malvinas o estádio passou a se chamar Estádio Malvinas Argentinas, uma homenagem a honra Argentina, em 1982.
Hoje o estádio é usado para espetáculos e grandes eventos, os jogos de futebol já não são mais a atração do estádio.
Algumas informações úteis:
Ele está localizado em uma "roda natural", aos pés do Cerro de la Gloria, e do Parque General San Martín;
Possuí uma capacidade de 40.268 espectadores, 20.268 camarotes para cerca de 20.000 pessoas;
Possui um sistema de iluminação composto por quatro torres principais e quatro de reforço localizados na cobertura da arquibancada;
Possuem acesso para pessoas com deficiência física, com 50 lugares para pessoas com cadeiras de rodas e 100 lugares para pessoas com diferentes deficiências;
O estádio está localizado a 5 km do centro da cidade, e pode ser alcançado tomando as linhas de ônibus 113 (Grupo 3) e 74 (Grupo 5).
Faça uma visita neste histórico estádio e imagine como deveria ter sido quando 39.586 espectadores se levantaram para comemorar o gol do Brasil na vitória em cima da Polônia por 3 x 1 !
Não esqueça de tirar algumas fotos !
MELHOR ÉPOCA PARA VISITAR MENDOZA
Mendoza é talvez a cidade mais bela da América do Sul e realmente tem muita coisa para fazer durante o ano todo. Mas se há "melhor hora" para viajar, escolha entre outubro e maio, entre a primavera e o verão, especialmente, quando há flores, frutos e muito verde, destacando a natureza da cidade. É também quando é plantada a uva que faz seus importantes vinhos.
Entre janeiro e fevereiro, os vinhedos passam pelo período de conservação e, somente em março, ocorre a colheita.
No inverno, é possível ver neve, passear pelas montanhas e visitar o Parque Provincial Aconcágua. Nas férias de julho, dá para esquiar. No site www.laslenas-ski.com encontrará mais informação sobre os diferentes serviços no Centro de esqui Las Leñas.
Fonte: http://www.mendozaholidays.com/dicas-de-viagem_pr.asp
REPORTAGEM DE MENDOZA
A reportagem destacada abaixo, segue com a idéia de mostrar as diversas percepções da cidade de Mendoza, vista aos olhos de jornalistas de revistas turísticas e turistas brasileiros:
Mendoza: enfim, grande
O vinho colocou no mapa da gastronomia internacional uma cidade antes esquecida. Por causa dele, a verdejante metrópole está cada vez melhor
Um oásis, onde, além de água, brota vinho. E da melhor qualidade. Bem que essa poderia ser a definição de Mendoza, a cidade que atrai 1 milhão de habitantes a uma das regiões mais improlíficas da América do Sul. Para se ter idéia da hostilidade geográfica que a circunscreve, menos de 8% da província é composto de paisagens verdes.
Mesmo assim, a vila fundada pelo espanhol Pedro de Castillo, em 1561, sobreviveu, vencendo o clima, os terremotos - um deles a destruiu em 1861 - e a distância da capital, Buenos Aires, que fica a mais de 1000 quilômetros daqui. Nos últimos vinte anos, diga-se, mais que sobreviver, ela prosperou. Não bastasse o petróleo aqui explorado, houve o boom do vinho, que colocou Mendoza no mapa da gastronomia mundial.
É fácil perceber isso conforme se alcança a cidade de carro. Em um raio de 50 quilômetros, há nada menos que 406 vinícolas. E esse número representa menos da metade das 914 existentes em toda a província. Nessa terra onde se produz um Malbec de fama internacional, não causa estranheza que as próprias bodegas se tenham transformado em atração turística.
Pegue-se como exemplo a Família Zuccardi, um dos mais tradicionais fabricantes de vinhos, a 15 quilômetros da cidade. Pode-se passar um dia inteiro aproveitando o que essa vinícola tem a oferecer. Há desde curso intensivo de Enologia até visita guiada - em que você mesmo colhe as uvas, se quiser - e programas divertidos como o convescote nas vinhas ou o passeio de bicicleta por toda a região. Ambos oportunamente finalizados com uma degustação das melhores garrafas. Sem falar no restaurante da vinícola, onde a legítima parrilla argentina faz a parelha perfeita com os tintos mendocinos.
A boa cozinha, diga-se, é uma das novidades no oásis. Desde que o vinho começou a ser reconhecido mundo afora, nos anos 90, a crescente leva de visitantes - exigentes em termos de paladar - estimulou a revolução nos fogões. Em vez das rústicas churrascarias do passado, sobram agora bistrôs, restaurantes descolados e chef’s de experiência internacional.
Vide o chiquérrimo Restaurante 1884, capitaneado pelo renomado Francis Mallmann, que, entre outras qualificações, figurou como consultor do restaurante Figueira Rubaiyat, de São Paulo. Ou o modernoso Allure, do jovem mestre-cuca Rodrigo Lillo - um globetrotter que morou nos Estados Unidos e no Canadá em busca de melhores receitas. Ou, ainda, o Bistrô M, do Park Hyatt Hotel, onde ocorre todos os anos o encontro internacional de chefs Masters of Food & Wine.
Acrescente à gastronomia dois cassinos, hotéis charmosos, calçadões cheios de lojas bacanas e um parque gigantesco - o San Martín -, e você terá uma cidade pra lá de agradável.
A única ressalva é a limpeza - pelo menos se comparada à caprichada Santiago, onde começamos nossa jornada. Isso porque o meio encontrado no passado para garantir a existência de árvores em Mendoza (e preservar os ares de oásis) foi a abertura de valas junto ao meio-fio. Por elas, a água das poucas chuvas alcança as raízes e aviva o verde.
O efeito colateral é o acumulo de lixo - algo imprevisto nos tempos da pequena vila longínqua, mas inevitável na fase de metrópole. É o preço de ser grande.
Escrito por Paulo D'Amaro - Fonte
FACULDADE DE ENOLOGIA EM MENDOZA
Se você está pretendendo conhecer mais, aprofundar-se , estudar ou seguir a carreira de enólogo, as faculdades Don Bosco e MAZA, possuem cursos reconhecidos de Enologia, isto se deve pelo fato de sua localização, que privilegio a aluno com muita prática e terras férteis, e estudar em um local onde seus vinhos são referencia no mundo todo.
Para você que está interessado, entre no site abaixo:
UNIVERSIDADE MAZA
UNIVERSIDADE DON BOSCO
BOLICHE
Para você que é amante do jogo de boliche, e não pode ficar sem jogar, mesmo nas férias, dê uma “escapinha” e vá conferir um destes três locais na cidade de Mendoza:
DELTA BOWL.
Endereço: Salta 529. Godoy Cruz. Mendoza
Telefone: (0054 – 0261) 422 – 3018
DRAGON BOWLING.
Endereço: Mendoza Plaza Shopping. Lateral Acceso Este 3280. Guaymallen
Telefone: (0054 – 0261) 421 – 4400
SUPER BOWL
Endereço: San Martín 950. Cidade de Mendoza.
Telefone: (0054 – 0261) 420 – 0733
Fonte
SHOPPING EM MENDOZA
Mendoza possui dois shoppings , um deles, chamado Mendoza Plaza Shopping, fica a 10 minutos da cidade, possui 180 lojas, diversas opções gastronômicas, caixas automáticos, cinema, entretenimento, casa de câmbio, ar condicionado e tudo mais que um shopping pode oferecer.
O Palmares Open Mall também se localiza a 10 minutos da cidade de Mendoza, com uma infra – estrutura bem completa, semelhante ao outro shopping, este se diferencia pela sua arquitetura neo clássica, alguns bancos como o “Banco da Naciíon”, possuem também uma academia.
Quando estiver livre, dê uma passadinha lá !
Abaixo segue o endereço dos dois shoppings em Mendoza:
MENDOZA PLAZA SHOPPING
Endereço: Lateral Acceso Este 3280. Guaymallén. Mendoza
Horários: Locais comerciais e lojas de segunda-feira ao domingo, das 10 às 22 horas.
Area de alimentação, de domingo à quinta-feira, das 10 da manha à meia noite; e de sexta-feira ao domingo e feriados, das 10 da manha às duas da madrugada.
www.mendozaplazashopping.com
PALMARES OPEN MALL
Endereço: Panamericana 2650. Godoy Cruz. Mendoza
www.palmares.com
TANGO MENDOCINO
Não é só em Buenos Aires que você irá encontrar um bom show de tango, em Mendoza existem aproximadamente 10 casas de tango, para bailar ou para admirar a dança portenha, o ideal é visitar uma destas casas, podendo até mesmo jantar e assistir ao show.
Uma das principais casas de tango é o Almacen del Tango, onde além de assistir aos shows, você pode até fazer algumas aulas no local (mediante agendamento), e arriscar uns passitos después !
MENDOZA ECLÉTICA
Mendoza é mesmo uma cidade para todos os gostos, pode atrair de amantes do vinho a amantes de aventuras radicais, enfim são vários os perfis do turista que visita a região de Mendoza e todos sempre saem da cidade com a melhor impressão possível e de realização, leia abaixo a reportagem de Cristina Magnani , para a revista Bianchini, e comprove esta variedade cultural e paisagística.
Mi embriagante Mendoza
Eclética, Mendoza atrai desde os amantes de esportes radicais e esqui na neve até os bucólicos contempladores da natureza. Mas o grand finale é igual pra todos: depois de degustar os melhores tintos e brancos produzidos na Argentina, você nunca mais vai segurar uma taça do mesmo jeito.
A primeira sensação que Mendoza causa ao visitante, ainda do avião, é de perplexidade. Como no milagre da transformação da água em vinho, os moradores conseguiram o aparentemente impossível: dos tons terrosos das áreas semidesérticas aos pés da Cordilheira dos Andes, paradoxalmente surgiram na vegetação local as mais vivas cores da natureza (fala-se em uma árvore para cada um dos cerca de 1 milhão de habitantes da grande Mendoza). Uma verdadeira proeza, considerando que lá a chuva corresponde a cerca de 1/3 do que chove em nosso Sertão (em alguns trechos, o índice pluviométrico é quase tão baixo quanto no Saara). A explicação para essa façanha é um dos maiores orgulhos dos mendocinos: utilizando as águas do degelo da Cordilheira, eles criaram um sistema de irrigação através das acéquias, valetas pavimentadas a céu aberto, que ficam nas ruas, entre a passagem de pedestres e a dos carros.
A cidade não cultiva a boemia com o mesmo fervor que Buenos Aires, mas tem no carpe diem seu brilho turístico: sua riqueza arbórea, belas praças (ao todo, são mais de 50) e exuberantes paisagens são um convite irrecusável ao turismo bucólico e contemplativo em meio à arquitetura neoclássica que predomina na cidade. Sua atração principal, no entanto, está nas centenas de vinícolas que compõem os “Caminhos do Vinho”, num roteiro digno de impressionar até mesmo Baco, ícone dessa bebida milenar.
Da Água para o Vinho
Ir a Mendoza é fazer, brincando, um workshop de vinhos sob a Cordilheira dos Andes coberta de neve como pano de fundo. A cidade respira vinho. Dos mais populares aos mais sofisticados, são engarrafados anualmente cerca de 11 milhões de hectolitros de vinho, o que corresponde a quase 70% do total produzido no país (trata-se da região produtora mais importante da América do Sul). Suas peculiares condições climáticas e características do solo permitem o cultivo de quase todos os tipos de uvas, porém seu terroir é perfeito para a malbec. Somente 5% da terra é cultivada, mais da metade disso com os vinhedos.
Depois de três ou quatro dias de visitas às tradicionais bodegas, você nunca mais irá apreciar a bebida do mesmo jeito. Seu olfato e paladar vão arriscar-se a descobrir as dezenas de aromas e sabores possíveis, os quais você jamais poderia imaginar existir. Madeira, café, chocolate, framboesa, cereja, baunilha, mel... na trilha dos "Caminhos do Vinho" é possível degustar os mais diferentes tipos da bebida, conhecer seus processos de fabricação e ainda contemplar as mais belas paisagens da região. Ao todo, Mendoza possui mais de mil vinícolas, porém apenas cerca de cem estão preparadas para receber os turistas. Mas não é preciso conhecer tudo. As diferenças entre elas estão basicamente no modelo de produção (algumas conservam o processo artesanal, enquanto outras apostam nas mais sofisticadas tecnologias). Durante o percurso, o visitante tem a oportunidade de conhecer todo o processo de produção, que vai desde a colheita, a separação, a retirada do suco, o amadurecimento, o envelhecimento e o engarrafamento. Trata-se do circuito plantas/ tanques de fermentação/ barris de carvalho. Há vários programas, que incluem até oito visitas a bodegas. Nosso roteiro, montado pela operadora de viagens Nascimento Turismo, incluiu a visita a cinco bodegas: O. Fournier, Andeluna, Catena Zapata, Tapiz e Norton. As regiões onde estão localizadas marcam o que se consagrou como os “Caminhos do Vinho”: Luján de Cuyo, Maipú e Valle de Uco (no centro-oeste), e San Rafael e Vale Central (ao sul), onde são cultivados os mais variados tipos de uva: malbec, merlot, cabernet sauvignon, pinot, sirah, val semina e borgonha, levadas da Europa por imigrantes há mais de 500 anos, desde a chegada dos espanhóis. Mas foi, sobretudo, no século XIX, com a chegada de imigrantes franceses e italianos, que a coisa começou a ser levada a sério – algumas vinícolas existem desde aquela época. Porém, as bodegas só recebem grupos pequenos, e com agendamento prévio. Portanto, cuide de fazer a reserva com antecedência para não correr o risco de perder a viagem. Uma dica é a Aymará, agência de turismo e receptiva que possui ótimos guias para acompanhá-los às visitas e aos passeios pela cidade e Aconcágua.
Por Cristina Magnani cristina@editoraa2.com.br
Fonte
CASSINOS
Está satisfeito dos maravilhosos vinhos de Mendoza ? Então a noite é hora de visitar os cassinos da cidade, pois lá você irá encontrar muita diversão e cerveja gelada !
A cidade possui dois luxuosos cassinos, um deles é o Cassino Provincial, que é dos maiores cassinos da Argentina, com restaurante, bar e diversos tipos de jogos.
O outro cassino está localizado junto ao Hotel Hyatt, o Cassino Regency, combina arquitetura de estilo europeu com um refinado serviço pessoalizado.
Você irá encontrar também, uma grande diversidade de jogos, distribuídos em dois níveis, em uma superfície de mais de 3.000 metros quadrados.
Oferecem shows ao vivo, espetáculos e outros atrativos para tornar mais divertida a sua visita.
Abaixo estamos deixando o endereço para você poder conferir estes cassinos:
CASINO PROVINCIAL
Endereço: San Martín 2045. Godoy Cruz.
Horários: De domingos às quintas feiras, das 17.00 às 3.00 horas.
Sextas feiras, sábados e feriados, das 17.30 às 3.30 horas.
CASINO REGENCY
Endereço: 25 de Mayo 1115. Cidade de Mendoza.
Horários: Todos os dias das 10.00 às 6.00 horas.
Leve alguns pesos para gastar e boa sorte !
VINÍCOLAS DA REGIÃO DE MENDOZA
São aproximadamente 65 vinícolas, na região de Mendoza a Cuyo, então não vai faltar opção se seu desejo é conhecer as vinícolas mendocinas.
Algumas vinícolas oferecem hospedagem para quem quer viver as rotinas da vida nas fazendas de vinho, desde a sua preparação; colheita, separação, retirada do suco, amadurecimento, envelhecimento e o engarrafamento.
Para quem busca somente conhecer os processos de produção e degustar os bons vinhos, a pedida é fazer um roteiro de degustação que pode ser incluída até três vinícolas por dia.
Os melhores vinhos da America do sul , vêm desta região , com 70 % da produção de vinhos da Argentina, a região oferece diversas visitas guiadas pelas vinícolas históricas até as mais modernas. Produzem os mais variados tipos de vinhos, com suas uvas trazidas da Europa pelos imigrantes elas são : malbec, merlot, cabernet sauvignon, pinot, sirah, val semina e Borgonha.
Para quem procura comprar alguns vinhos do tipo Butique , pode se dirigir ao centro da cidade de Mendoza, na Av. Sarmiento e procurar pelas wine shops Puracepa e La Bodeguita, lá você irá encontrar ótimos rótulos e preços competitivos.
Não deixe também de visitar o museu do vinho, o San Felipe, em uma das mais tradicionais vinícolas da região de Mendoza, a La Rural.
MATÉRIA FOLHA ON - LINE
A matéria abaixo, trata sobre a percepção do Jornalista Marcelo Bartolomei, editor de entretenimento da Folha Online, da cidade de Mendoza. Boa leitura!
Se o deus grego Baco passasse por Mendoza, cidade localizada no oeste da Argentina, ficaria fascinado com a diversidade de vinhos produzidos nas mais de mil bodegas locais, dos mais populares aos mais sofisticados. Mendoza representa 70% do vinhedo argentino e é responsável pela exportação de 20% do que produz.
Nos "Caminhos do Vinho", é possível degustar os mais diferentes tipos e conhecer o processo de suas fabricações, percorrendo parte das bodegas para entender por que seu sabor é, às vezes, tão apurado. Há também um museu, onde a história da bebida é contada, e almoços e jantares com o melhor do vinho mendocino.
Mas nem só de vinho vive o turismo local. Por estar localizada ao pé da cordilheira dos Andes, Mendoza, cujo clima é seco e o céu quase sempre está ensolarado, é também sede de estações de esqui como Los Penitentes, uma das maiores (a Argentina é sede ainda da estação Las Leñas, a mais famosa), tem uma rica arquitetura, simpáticas praças e aventuras que podem tirar o fôlego dos mais sedentários.
Sua gastronomia, em maior parte baseada na culinária argentina, tem raras exceções nas compotas de frutas e leguminosas de fabricação caseira, parte da tradição mendocina do plantar-colher-produzir e consumir (ou, no caso, vender). A "parrillada" é típico para turistas e, em caso de maior intimidade, não pode se deixar de provar as empanadas mendocinas, que raramente são vendidas nas ruas.
Cidade média, Mendoza tem pouco mais de 1 milhão de habitantes, tem dois cassinos e diversidade de atrações culturais. Não cultiva com o mesmo fervor, no entanto, a boemia de Buenos Aires -distante 1.080 quilômetros. É que em Mendoza os bares têm dia certo para encher de gente, a paquera tem hora marcada e as noites não vão além das 3h.
Talvez por sua riqueza arbórea, pelas praças e pelos parques, além das visitas a locais históricos e a energia necessária para tudo isso, Mendoza não precise de noite mesmo. E com o turismo em crescimento -aliás, um dos planos do governo argentino para tentar driblar a crise- a cidade só ganha em infra-estrutura, lazer e programação cultural.
A viagem é indicada por ser tranquila, prazerosa e "saboreável", além de oferecer oportunidades raras de conviver em paisagens tão grandiosas e contrastantes num mesmo piscar de olhos.
Fonte
TURISMO NO CERRO ACONCÁGUA
Está pensando em subir a montanha?
Então acompanhe esta matéria de Caio Vilela para a Revista da folha, e saiba mais informações desta grandiosa aventura !
Aconcágua leva turista ao cume das Américas CAIO VILELA para a Revista da Folha
Caminhar aos pés das maiores montanhas do mundo parece desafio para poucos. Mas os ensolarados vales que cortam a cordilheira dos Andes no oeste da Argentina demonstram o contrário. Uma imensa área no Parque Provincial Aconcágua oferece a chance de caminhar por trilhas quase planas, sombreadas pelo cume nevado do Aconcágua, com seus 6.659 metros de altitude, e outras dezenas de picos não menos imponentes.
Saindo da entrada do parque, mesmo o mais comum dos mortais consegue seguir os primeiros passos de montanhistas e escaladores experientes, que chegam ali vindos do mundo todo e partem com suas tropas de mula rumo ao primeiro acampamento-base, quatro horas de caminhada à frente. O caminho estreito e bem marcado que marca o início da jornada ao pico mais alto da América corta campos gramados e normalmente cobertos de flores nos meses mais quentes do ano.
Mas a vegetação começa a desaparecer quando a escalada atinge 3.200 m, e basta olhar para cima para ver o deserto de gelo e vento que toma conta da paisagem e congela os termômetros a partir dali. Pouca gente chega até lá. Os turistas exploram trilhas a 2.800 m de altitude, o suficiente para fazê-los andar mais lentamente e enfrentar falta de ar e cansaço prematuro.
A recomendada aclimatação para quem se aproxima da Sentinela de Pedra (tradução literal de Ackon Cahuak ou Aconcágua, na antiga língua quéchua) começa na pequena aldeia de Puente del Inca, às margens da Rota de Alta Montanha, ou RN-7. Nessa estrada que segue paralela ao barrento rio Mendoza inicia a antiga trilha inca por onde os caminhantes seguem desfiladeiro adentro.
A rota tortuosa e praticamente plana percorre um cenário espetacular para quem vem de Mendoza, a maior cidade da região, a 160 km dali, ou do Chile, cuja fronteira fica bem próxima. Como o transporte público é limitado, alugar um carro confere mobilidade à empreitada. Quem se aventura deve estar com o tanque cheio, água no radiador e, se possível, telefone celular. Há poucos postos de gasolina na estrada.
Às margens da rota, o Cemitério dos Andinistas reúne lápides de escaladores mortos na tentativa de conquistar o cume mais alto das Américas. Próximo desse marco, uma ponte natural de pedra dá nome ao vilarejo de Puente del Inca e às ruínas de um antigo e luxuoso hotel de águas termais, destruído por uma avalanche na década de 1960.
Dentro do parque, a trilha para os turistas termina após uma hora de caminhada até a colorida laguna de Horcones (forquilha em espanhol), onde um desvio conduz ao estreito caminho que acompanha a margem direita do rio Durazno, rumo a uma simpática ponte pênsil. Após atravessar o caudaloso curso d'água, segue em direção ao campo-base para a subida do Aconcágua.
Dali seguem somente os mais preparados para o desafio supremo da escalada na América do Sul. Para os outros, resta apreciar o incrível espelho d'água de Horcones refletindo os picos nevados, antes de voltar à pequena Puente del Inca ou à cosmopolita Mendoza e terminar o dia com uma taça do Malbec produzido ali mesmo na região.
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MERCADO CENTRAL DE MENDOZA
Como toda cidade turística, o Mercado central é um ponto turístico a ser conhecido, pois é lá que você descobre os aromas, iguarias, pratos, e diversos tipos de alimentos que são consumidos pelo povo que ali reside. Em Mendoza não é diferente, vá conhecer este curioso mercado, compre alguma recordação e experimente algum prato típico da região, sempre acompanhado de um bom vinho mendocino!
Endereço: Esquina da Av. Las Heras e Patricias Mendocinas
ARTESANATO E PRODUTOS TÍPICOS DA REGIÃO DE MENDOZA
Artesanato
Todo local tem sua feira de artesanato e em Mendoza existem no mínimo 03, uma das maiores é a feira de artesanato da Plaza Independência, com peças típicas da região, feitas pelos artesões mendocinos, esta feira acontece todas as tardes de sexta-feira a domingos.
Na Plaza España e na Rua Mitre acontecem outras interessantes feiras menores, também nos mesmos dias da feira da Plaza Independencia.
Antiguidades
É em Mendoza, na Plaza Pellegrini, e acontece de quinta-feira a domingo.
Este é uma feira de antiguidades , exposta na rua, ao ar livre, possui inúmeras peças antigas, para os apreciadores de história e “relíquias”, vale a pena visitar esta feira, quem sabe você não encontra aquela peça que estava procurando?
Boas compras !
Produtos Regionais
Quem nos forneceu esta informação foi o site da IG, então somamos esta informação para você encontrar o que procura em Mendoza.
“Para comprar produtos regionais, artigos de couro, erva mate e outros típicos itens da cultura gaúcha, as lojas Las Viñas, na Avenida Las Heras 399, e Los Andes, no número 445 da mesma avenida, são boas opções. Já para couro de alta qualidade as melhores são a Alain de France, Calle Andrade 101, ou a CuerPiel, Rioja 601.”.
Fonte
ROTEIRO DE CAVALGADAS EM MENDOZA
Se você vai fazer uma cavalgada em Mendoza, o roteiro mais utilizado pelas empresas deste segmento é pelo Paso Los Libertadores, na qual se pode desfrutar de lindas paisagens da província de mendoza a borde de 04 patas...
Conseguimos o roteiro deste passeio, quem nos ajudou nesta foi o site Alta Montanha.
Confira abaixo:
Desde Mendoza, a própria Ruta 7 se dirige ao Aconcágua e ao Paso de los Libertadores, que é a fronteira da Argentina com o Chile. O percurso de 180km é uma subida contínua, com curvas nem sempre pronunciadas, vales acentuados e uma sucessão de pequenos túneis em pontas de encostas, num adentrar lento à imensidão da Cordilheira dos Andes.
Uma seqüência de lugarejos descreve a ocupação desse espaço e retrata cenas particulares, oferecendo muito a se fazer: Potrerillos, a 58km, e 1386m de altitude, reconstruída pela localização de uma barragem, é ponto de navegação em velas ou canoagem; Uspallata, a 95km, e 1751m de altitude, cidade militar, lugar ideal para caminhadas e cavalgadas, conta a história das filmagens, em seu cenário natural, de "De amor e de sombras" e "7 anos no Tibet", resgatando detalhes com tanta clareza que é como se seu protagonista, Brad Pitt, continuasse habitando ainda o lugar; a Ponte do Rio Picheuta, em pedra, assinala o caminho dos libertadores, ou a rota Sanmartiniana, percorrida pelo Exército de Los Andes no ano 1814; Polvaredas, típico povoado ferroviário; logo depois Punta de Vacas, onde se localizava a antiga aduana argentina, parada obrigatória para matar a saudade do Tupungato: possibilidade única de vislumbrá-lo isolado, dominante em sua altitude; Los Penitentes, a 165km e 2330m de altitude, oferece no inverno ampla infra-estrutura para os que querem iniciar na prática de esqui ou simplesmente curtir a neve ; Los Puquios, a 170km, é lugar também perfeito para cavalgadas em porções já mais elevadas da Cordilheira.
O Vale do Rio Mendoza - cuja margem sul é ladeada por uma muralha elevada de sedimentos de diferentes cores -, antigos trilhos da Ferrocarril Transandino, que cruzava a Cordilheira, e as ruínas atribuídas aos antigos povoadores também contam histórias de libertadores à cavalo, ou do transporte de mercadorias e passageiros, muitas vezes retidos pelos caprichos do clima.
Velhas estações evocam saudade e acenam a perspectiva de uma possível recomposição do sistema (esperada para os próximos cinco anos...). O largo e seco leito dos rios, os "penitentes" - rochas que rompem a neve como uma procissão de monges , e as vertentes íngremes, em constante movimento de rochas e neve, dão a dimensão da força da natureza. Derrumbes ou avalanches rondam a memória e aguçam os cuidados, o respeito à montanha.
Fonte
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