Las Leñas foi construída em 1983 para ser o maior complexo de esportes de inverno da América Latina. Erguido no Valle de Las Leñas, encravado no interior da Cordilheira dos Andes, o complexo turístico está cerca de 400 km ao sul de Mendoza, perto da fronteira com o Chile, e pode ser acessada por terra ( carro/ônibus ) e por avião ( vôos charters e vôos regulares ).
O centro de ski oferece uma boa quantidade de pistas de todos os níveis de dificuldade - há pistas em quantidade para iniciantes, para praticantes eventuais, para esportistas acostumados, e para experts, que vem em quantidade de todo o mundo para curtir as ótimas condições de ski & snowboard que Las Leñas tem ; seus muitos meios de elevação, que permitem inclusive acessar a várias opções de fora-de-pista sem qualquer esforço ; sua estrutura de apoio para esportes radicais, com heliski e guias habilitados.
São vários hotéis e apart-hotéis de diversos níveis de preço, e uma completa estrutura de lazer, criada no meio da neve nos moldes dos grandes transatlânticos : você irá encontrar boites, ljas comerciais, supermercadinho, restaurantes, fitness center, cinema, bares e bistrôs ; salas de jogos, animação infantil salas de leitura ; sauna, massagens e tratamentos de beleza para ambos os sexos. E... até cassino !
Las Leñas está a 2.750 m de altitude, é cercada de altas montanhas, e por causa da altura não tem vegetação : pura neve, para você curtir ao abrir a porta dos hotéis.
Confira a localização de Las Leñas no mapa:
Las Leñas pode ser acessada das seguintes formas :
Carro.......
vindo de Buenos Aires, em direção a Mendoza, chegando em San Luis ( 800 km ) utiliza a Ruta 146 para San Raphael ( 220 km ) e de lá até Las Leñas ( 180 km ) , num total de cerca de 1.200 km de viagem.
Avião
aeroporto de malargue......
um pequeno aeroporto construído a cerca de 80 km do resort, que recebe os vôos charters operados pelos concessionários de Las Leñas.
aeroporto de San Raphael......
uma cidade média, a 180 km do resort, que recebe vôos regulares diários
aeroporto de Mendoza..........
um aeroporto grande, que recebe vôos regulares e internacionais, e que está a cerca de 400 km do resort.
Veja a seguir alguns comentários e curiosidades sobre a cidade & região :
LOCALIZAÇÃO
Las Leñas é um complexo hoteleiro construído no coração dos Andes, em Malargüe, província de Mendonza, na Argentina. Mais exatamente a 450km ao sul da cidade de Mendoza e 1.200km a oeste de Buenos Aires.
PISTAS
É composto por trinta pistas, espalhadas ao longo de 65 quilômetros. Lifts: 13 teleféricos
HOSPEDAGEM
Las Leñas possui uma completa e variada infra-estrutura hoteleira, com hotéis de diferentes categorias e aparts. Todo o agito do Vale acontece no Hotel Piscis, um excelente hotel de 5 estrelas, 90 quartos duplos, 8 júnior suites totalmente equipadas e 2 restaurantes de alto nível.
Outro hotel muito bom de 4 estrelas, é o Aires, que dispõe de ski in-ski out na base das pistas Urano e Selene, pertinho do Poma, facilitando a saída em esquies rapidamente. Os quartos estão confortávelmente equipados e possuem uma incrível vista de todo o Vale de Las Leñas. Também oferece piscina climatizada, e health club Aries Relax com sauna, hidromassagem, tratamentos corporais e faciais, técnica de relaxamento e aulas de ginástica, tudo isso acompanhado por um menu natural e light.
O Hotel Escórpio está em uma posição estratégica no início das pistas. Cálido, simples e elegante em todos os seus ambientes. Possui um restaurante com uma proposta diferente para a cozinha internacional, e uma boa programação noturna.
O Clube da Neve, bem perto do teleski Urano e das telecadeirinha Minerva e Caris, brinda 86 camas divididas em 6 apartamentos para 5 pessoas e 5 apartamentos para grupos de 4 ou 5 pessoas, e mais 10 quartos. Aquário está na base da pista Eros, dispõe de 116 camas distribuídas em 33 quartos, um apartamento, e 6 duplex com todos os serviços.
Vale também possuí aparts hotel como o Villa Capricórnio, Esparta, Atenas, Corintos e Tebas, Geminis, Delfos, Cirus e Super Resort, com apartamentos e serviços especiais pensados para grupos e famílias. Além disso estão os dormy house Laquir, Liguén, Milla e Payén, ideais para os esquiadores mais jovens.
GASTRONOMIA
Uma excelente cozinha italiana, francesa, tradicionais parrilladas e fast food, é o que você vai encontrar nos restaurantes de Las Leñas, entre eles, três estão localizados na parte alta da montanha. Na base perto da piscina, está o restaurante Allegro do Hotel Piscis. Las Terrazas do Aquário também são uma ótima opção para o almoço.
Voltando na telecadeirinha Neptuno, te espera com uma vista espetacular o Santa Fé, onde está a melhor comida mexicana tex mex. Também na base, Ufo Point brinda almoços, lanches e um delicado menu para todas as noites. Os melhores pratos da cozinha internacional se pode desfrutar no restaurante do Clube de neve Quatro Estações, um dos restaurantes do Hotel Piscis. Outra dica chic e imperdível deste hotel é o restaurante Il Legno, com excelente comida italiana. Também podemos encontrar boa comida francesa e docinhos da cozinha européia no El Refúgio de la Pirâmide.
O terraço do Innsbruck é outro clássico em Las Leñas que se pode começar com um gostoso café da manhã ou porque não um almoço ou jantar.
E ainda as “parrillas” noturnas do El Brasero e outras opções de alto nível que em conjunto com Baccus, Elurra e La Cimas que estão nas pistas, promovem divertidos, gostosos e diferentes opções.
LAZER
O caminho entre o aeroporto de Malargue e Las Leñas está repleto de pontos interessantes, que podem ser vistos em passeios de uma tarde ou um dia. O Valle Hermoso, a 95 quilômetros da estação tem uma lagoa linda, excelente para pesca. Em um desvio à direita da pista principal, chega-se à Laguna de la Nina Encantada, outra lagoa, de águas verde-esmeralda, com uma antiga ponte de madeira. Diz a lenda que é possível ver a sombra da jovem Elcha (a tal menina encantada, cujo nome quer dizer "espelho") na lagoa. O Pozo de las Animas, a cerca de 60 quilômetros da estação, é ideal para bater belas fotos e conhecer mais sobre o folclore local. Ali corre um rio subterrâneo e, quando parte da terra acima dele cedeu, abriu-se o poço. Recebeu esse nome porque o barulho do vento produz um ruído alto e triste, como um longo gemido. Os índios chamavam o poço de Trolope-Co ("água dos mortos" ou "água das almas que gritam"). Diz a lenda que o lamento não é produzido pelo vento, mas pelas almas que ainda penam pelo vale. Para quem tiver alguns dias, Mendoza, a 440 quilômetros, tem várias vinícolas que abrem as portas para degustação. Só não vá guiando...
CLIMA
No inverno o frio é moderado durante o dia e as noites são muito frias. As temperaturas oscilam entre os 11.7º e -1.4ºC.
HISTÓRICO
Las Leñas surgiu praticamente de uma vez só. A estação foi erguida, em 1983, pelo empresário Ernesto Lownstein, aos pés da Cordilheira dos Andes, exclusivamente como um resort para esportistas e pouco mudou até hoje. Quase não tem bosques (um clássico de Bariloche), e sua paisagem é formada por rochas cobertas de neve. Apesar da ausência de belezas naturais, a cidade é perfeita para o esqui.
Em Las Leñas acontecem os principais campeonatos internacionais de esqui e snowboard da América do Sul. Atletas americanos e europeus treinam por lá. Eles sabem o que fazem: a estação fica bem no meio dos Andes, a menos de 30 quilômetros da fronteira com o Chile, e é considerada uma das maiores áreas esquiáveis do mundo. A infra-estrutura ajuda, com teleféricos de primeira linha, instrutores poliglotas e pistas excelentes. São 65 quilômetros de pistas (uma iluminada) de todos os níveis, 12 ski-lifts e uma área especial para snowboard.
As acomodações confortáveis e com bom custo/benefício também contam pontos a favor do resort. Em Las Leñas, há hotéis de várias categorias, o que acaba tornando a freqüência bem diversificada. Há ainda dormitórios e apartamentos mais em conta. A possibilidade de sair do dormitório já praticamente com os esquis calçados é mais um dos ganhos. As pistas ficam bem perto das acomodações, tudo sem burocracia. Afinal, o local foi pensado para facilitar a vida de quem quer esquiar.
Como a freqüência de jovens é alta, Las Leñas tem também a vida noturna mais animada dos Andes. Há um cassino luxuoso, três discotecas agitadas e bares com música ao vivo. Os principiantes também encontram as condições ideais para aprender o esporte: pistas impecáveis e teleféricos modernos.
PECULIARIDADES
O Valle de Las Leñas possui um programa diferenciado. Oferece um serviço de esqui adaptado, onde conta com professores altamente capacitados em adaptação.
Técnicas:
Desenvolvimento cognitivo;
Três apoios;
Quatro apoios;
Mono-esqui;
Bi-esqui;
Deficientes visuais;
Obs: A aulas necessitam prévia reserva via e-mail para ocorrerem;
Meios de elevação isentos, e consultas de tarifas para aulas, via e-mail.
CURIOSIDADES
Vá a Las Leñas e sinta-se uma estrela de cinema, pois é o point preferido das elites. Basta dar uma sacada no trage dos esquiadores - nas pistas e fora delas. A galera realmente bota pra quebrar no visual , tanto que tem até um centro comercial por lá, com o que há de mais novo das grifes internacionais.
Las Leñas não vive só de ricos e famosos, mas também para os mais fissurados, vale a pena conferir a pista Marte e Paraíso! Canhões de neve, estão instalados para garantir as melhores condições para a prática de esqui e snowboard. Os fãs da prancha adoram a variedade das pistas, que ficam próximas dos hotéis. Ahhh, e o SNOWBUS é imperdível!!!
Entre os muitos textos escritos sobre Las leñas, vimos este de um conhecido snowboarder gaúcho - Fábio Santos - que nos pareceu descrever com muita precisão o que pode ser Las Leñas :
O MELHOR DE LAS LEÑAS
Rodávamos praticamente por cima da Cordilheira dos Andes. A paisagem era um misto de deserto e montanhas nevadas, e as estradas, as piores de toda a viagem. Muitos trechos de terra e pedras. Por quilômetros e mais quilômetros, nem uma alma viva. Um ambiente inóspito, quase surreal. Nem parecia que em poucas horas estaríamos sobre nossas pranchas de snowboard, saltando cada bump (montinhos que funcionam como obstáculos) e deslizando sobre cada corrimão do novo Freestyle Park de Las Leñas.
Vínhamos de Bariloche e esse era o último trecho de uma expedição de carro que fizemos em 21 dias pelas dez maiores estações de esqui do Cone Sul. A bordo de um Explorer, Antônio Cava (41 anos, engenheiro e empresário), Rafael Dallagnol (32 anos, administrador), meu xará Fábio Koster (32 anos, empresário) e eu nos revezamos ao volante para rodar, ao todo, quase 10 mil quilômetros. Deixamos Las Leñas para o final e ficamos mais tempo lá - seis dias. Não só porque curtimos o lugar ou porque era o itinerário mais lógico. Mas porque ali rolaria o Campeonato Brasileiro de Snowboard, e eu ia participar. Qualquer um pode fazê-lo, na verdade. Inscrevi-me nas modalidades boardercross e slalom, e competiria na categoria amador.
Uns 200 quilômetros antes de Las Leñas chegar, a paisagem começou a ganhar vida de novo. Pouquíssimas casinhas apareciam ao longo de um rio que corria paralelo à estrada. Ao contrário, a vida dentro do carro sempre era intensa - chegamos a viajar 31 horas direto (entre Porto Alegre, onde moramos, e Uspalta, na Argentina). Somos grandes amigos, mas, ainda assim, uma boa trilha sonora foi imprescindível para a manutenção da nossa sintonia e do nosso bom humor dentro do Explorer. Foi muita surf music e rap nos alto-falantes - e MPB para os momentos de relax.
No fim da tarde, pegamos a estradinha que sai da cidade de Malargüe para ir a Las Leñas. A neve ia tomando conta da paisagem e, de repente, o visual ficou completamente branco, as montanhas e a estrada quase virando uma coisa só. Chegamos. Construída num platô sem vegetação, sua base é um vilarejo, tem alguns hotéis, apart-hotéis, minimercado, ruazinhas ligando cada coisa e, claro, as pistas e os lifts subindo a montanha. Mal manobramos o carro e uns amigos já vieram nos chamar, dois caras também de Porto Alegre, que conhecemos em Valle Nevado dois anos antes. Quem freqüenta estações de esqui sempre acaba se encontrando, ano a ano, por aí, e às vezes vira amigo mesmo.
Tínhamos decidido ficar em um apart-hotel, o Atenas. Apesar de Las Lenãs ter grandes e luxuosos hotéis, como o Piscis e o Escorpio, nossa praia era economizar, e os apart são as opções mais baratas. Claro que agradam a quem viaja de galera. Nos aboletamos num apê (um studio duplo) de dois andares, com dois quartos, um banheiro e uma cozinha toda equipada - ah, no prédio também havia sauna, jacuzzi e serviço de camareira. Era espaço mais que suficiente para nós quatro (cabia até a bagunça do Cava - apesar de ser o mais velho, ele era sempre o mais, digamos, agitador). Compramos comida no supermercado, para cozinhar em casa. Poupamos uma boa graninha. E a execução das receitas era sempre por minha conta. Sou um cozinheiro de mão cheia - não saía só massa, não: era filé de frango, filé de carne... Mas, às vezes, comíamos fora. O Santa Fé, por exemplo, é superastral. Fica na montanha, tem ótimo cardápio mexicano - deliciosos burritos, tacos, quesadillas - e variedade de vinhos.
No fim de tarde, o Ufo Point era nossa pedida. A galera sai das pistas e vai pra lá tomar uma caneca de cerveja antes mesmo de tirar as roupas de esqui. O lugar é como um lounge, com decoração modernosa, que, com o passar das horas, vai acelerando o beat de programação sonora. Muita gente dá uma saidinha para tomar banho e logo volta, para jantar. E, depois, continua por lá. Pelas 23h, o Ufo bomba. As mesas são afastadas e aparece uma pista de dança. A tecneira passa a gritar nas caixas de som. Por volta das 2h da madruga, todo mundo migra pro Corona Club, a danceteria bem em frente, que, balançada por dance music e tecno, tem uma noite forte que vai até as 6 horas. Ali você vê por que as noitadas de Las Leñas têm tanta fama. Ela até poderia ser hermana da nossa Campos de Jordão ou da nossa Gramado se, claro, estas fossem resorts e tivessem muita neve.
Só que fizemos esse circuito de balada só umas duas vezes, por dois motivos. Primeiro: meu xará e eu éramos fiéis às nossas namoradas da época; e o Rafa e o Cava são maridos comportados. O segundo é que, na minha opinião, o snowboard é um esporte que não combina muito com noite. Nosso negócio era mesmo curtir o surfe no gelo. Nenhuma balada supera a emoção de descer a Júpiter, uma longa pista vermelha de Las Leñas. Ela começa no topo do Cerro Los Fossiles e dali de cima o visual é show - apesar de não ter lagos como Bariloche. Para subir, pegam-se três lifts - bons, mas meio lentos: levam uns 50 minutos.
E lá estávamos, literalmente, acima das nuvens. Uma camada delas cobria o vale embaixo. Imagine só a adrenalina! Dali nos atiramos sobre as pranchas. Do lado direito, dá para usar a parede da montanha para fazer altas manobras em velocidade. Quando a Júpiter termina, você ainda pode emendar a descida na Netuno, para intermediários, e, depois, na verde Vênus. Esta tem quase 2 quilômetros de extensão - é a pista para principiantes mais longa da América do Sul. Assim, uma vez no alto do Los Fossiles, um esquiador de nível intermediário pode deslizar por 9 quilômetros seguidos. Coisa rara. Entre uma descida e outra, a gente assistia a grupos de crianças tendo aulas de esqui nas pistas verdes, embaixo. Bonito de ver, os pimpolhos com esquizinhos, superequipados.
Outra coisa alucinante em Las Leñas são os fora-de-pista. O Bajar Marte é dos mais radicais que conheço. Superíngreme, tem muitas passagens estreitas, cercadas por pedras. Sensacional. Para descer ali, e em todos os fora-de-pista de Las Leñas, é preciso assinar um termo de compromisso assumindo a responsabilidade por sair dos limites seguros e concordando em pagar entre mil e 5 mil dólares para o resgate, caso precise. E você ganha uma fitinha com número de identificação. Deslizar ali e em terrenos como o Mercurio e o Paraiso, também considerados esqui extremo, não é mole. Lá, um de nós (fui proibido de contar quem) criou uma nova manobra, digo, estilo de queda: o salto-avestruz. Como a neve destas trilhas é bem fofa, a gente arriscava mais e, nos tombos, esse (um de nós) sempre caía de cabeça no gelo.
Nessa última temporada, demos sorte. Caiu do céu a maior quantidade de neve dos últimos dez anos. E ainda conhecemos o novo Freestyle Park, cheio de obstáculos, que foi montado na região das pistas Vulcana-Minerva. Tinha também um circuito de boardercross, para saltar e fazer curvas quase deitado. Por essas e por outras, Las Leñas é uma estação de esqui maravilhosa. É completa. E fez valer ainda mais o dinheiro poupado para essa snowtrip. Gastamos quase 3 mil reais em combustível e 6 mil reais, por pessoa, em despesas com hospedagem, comida e ski pass - já tínhamos roupas e equipamentos. Isso do nosso bolso, mas, antes de começar a viagem (que foi de 16 de agosto a 5 de setembro de 2005), procuramos patrocínio.
Resolvemos estruturar em forma de projeto um sonho antigo: voar com nossos snowboards sobre as pistas das dez maiores estações de esqui da América do Sul - numa viagem de carro. Batizamos o projeto de Expedição Andes Snowboard. A idéia era que a trip também fosse bacana para quem não estivesse nela. Queríamos ajudar a informar todo mundo que tem vontade de deslizar sobre a neve (ou que já pira) - e com muitas dicas low budget. Durante o percurso, filmamos, fotografamos e anotamos tudo sobre a infra-estrutura turística e os terrenos nevados de cada estação. Pusemos o material no site que criamos na volta para divulgar a viagem, o www.snowtrip.com.br. E tudo isso foi apresentado a possíveis parceiros. Não conseguimos dinheiro, mas tivemos o apoio da operadora Point da Neve (com o itinerário e descontos nas hospedagens), da farmácia PanVel (com kit de primeiros socorros e remédios para os males de altitude), da Red Bull (com quatro caixas do energético), da Mecânica Walter (com a preparação do carro) e da seguradora Caburé (que forneceu os seguros de vida e do carro).
Além de Las Leñas, fomos a Portillo, Valle Nevado, La Parva, El Colorado, Chillán, Pucon, Chapelco, Cerro Bayo e Bariloche. Nosso sonho aconteceu. E teve um fechamento com chave de ouro: uma medalha de bronze pra mim, no boardercross. Para 2007, estamos planejando uma expedição parecida, mas pelos centros de esqui do Colorado, nos EUA. Ainda estamos em busca de patrocínio, mas já temos, faz tempo, nosso maior incentivo: loucura pelo snowboard.
Por: Fábio Loss dos Santos
Fábio Loss dos Santos é snowboarder.
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