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Férias planejadas

FÉRIAS PLANEJADAS

Montanhas cobertas de neve, geleiras e bosques povoam os sonhos de muita gente. Quem já se aventurou com esquis e pranchas de snowboard conhece o poder regenerador de uma viagem dessas. No entanto, esse tipo de experiência não é barato – envolve passagens aéreas, hospedagem, aluguel de equipamento e passes para as montanhas. Em tempos bicudos, fazer a trip sonhada requer planejamento financeiro e uma boa consultoria de turismo.

Prevalece a ideia de que viagem internacional é privilégio de poucos. Soma-se a essa crença o hábito do brasileiro de deixar tudo para a última hora, postergando a concretização da aventura. Pois saiba que viajar todo ano é possível, desde que se encare o planejamento com a mesma seriedade com que se economiza para adquirir um carro ou imóvel. “O planejamento representa uma grande economia no investimento total da viagem. Significa fazer o dinheiro trabalhar por si”, analisa o consultor financeiro Daniel Resende Araujo Santos. Segundo ele, quem se organiza permite que o dinheiro renda juros, se aplicado, e pode comprar a viagem à vista para fugir das parcelas.

Daniel Resende Araujo Santos, consultor financeiro

ECONOMIZAR PARA INVESTIR

Começar o planejamento das férias no início do ano para embarcar somente no ano seguinte é uma boa economia, ainda mais em se tratando de roteiros internacionais. De forma geral, as pessoas administram bem seus gastos fixos, mas tendem a se atrapalhar nos gastos variáveis, como refeições fora de casa, compras e pequenas viagens. “Eu, por exemplo, não tenho casa na praia. Foi a escolha que fiz para investir em viagens pelo mundo. Na vida sempre temos dois caminhos, e é preciso optar por um. Poucos são os que podem escolher ambos. Experimente economizar no lazer do dia-a-dia para investir na diversão em um lugar diferente”, recomenda o consultor.

ENVOLVA A FAMÍLIA

Para quem tem família, uma dica é envolver todos os membros no projeto das férias. “Filhos pequenos não precisam saber quanto se economiza. Tenho um menino de 11 anos e uma garota de 13, que me perguntam por que não temos casa na praia. Explico que é porque viajamos todos os anos. Com os filhos é importante exercitar o ‘ou’ e não o ‘e’”, sugere Daniel. Um bom caminho para iniciar o projeto é fazer uma planilha de gastos, que pode estar na agenda, no Excel ou no aplicativo de celular. É um recurso importante para mapear gastos e receita. “Formar uma poupança para viajar é motivador”, completa ele.

O BARATO SAI CARO

Hoje, graças à internet, é possível desbravar o mundo e escolher um destino pelo computador ou dispositivo móvel. Pois é justamente pensando em economia que muitos recorrem à web para emitir passagens, fazer reservas em hotéis, alugar equipamentos e outras facilidades. Na internet surgem ofertas sedutoras. Mas atenção! Aquele pacote de viagem que à primeira vista parece tentador pode se revelar uma dor de cabeça, se não estiver respaldado por uma consultoria especializada. Entre as pegadinhas clássicas estão os voos com conexões extremamente longas, que você só perceberá quando estiver no aeroporto.

Desconfie de passagens absurdamente baratas e hotéis com diárias incomparáveis, pois no turismo não existe mágica. Por isso é que os bons agentes de viagem se transformaram em consultores de turismo: eles têm contatos confiáveis e acesso a sistemas específicos. Lembre que, na hora de fazer um grande investimento, segurança é fundamental. “O bom consultor de turismo detém informação qualificada e sabe qual o contato certo para cada necessidade. O relacionamento adequado com fornecedores possibilita, por exemplo, a flexibilização de prazos. Muitos resorts de neve operam com datas fixas, e em vários casos conseguimos quebrar essas datas por causa da boa parceria”, relata Cristina Todeschini, gerente comercial do POINT DA NEVE.

ELIMINE SURPRESAS DESAGRADÁVEIS

Durante a organização da viagem, principalmente as intercontinentais, é inevitável o envolvimento de diversos fornecedores nos trâmites burocráticos, como emissão de vistos, organização de documentos, confirmação de reservas e compra de moeda estrangeira. Selecionar um consultor qualificado significa eliminar problemas e organizar um roteiro rico e cheio de boas dicas. Sem dizer que, durante a viagem, em caso de cancelamento de voo, mal-estar, roubo ou outros inconvenientes, será a ele que você recorrerá. “O consultor presta suporte antes, durante e depois da viagem. Falar com um profissional especializado é diferente de falar com um call center, onde você não sabe quem irá atendê-lo e terá que explicar a mesma situação inúmeras vezes, em caso de imprevisto”, comenta a gerente comercial do POINT DA NEVE.

UMA TRIP COM A SUA CARA

Outro problema frequente de quem organiza uma viagem sem orientação de um especialista é aportar no destino e perceber que ele não se parece nada com a descrição da blogueira ou com as imagens do Google. E tem coisa pior do que planejar uma semana de saltos radicais e se hospedar em um resort sem half-pipe? “Clientes têm diferentes perfis. Alguns são mais sensíveis a preço e outros procuram excelência mas sabem que pagarão mais por isso. O bom consultor tem habilidade para trabalhar os diferentes perfis e oferecer as melhores alternativas”, conclui Cristina Todeschini. O mundo é vasto e as férias são muito curtas para errar.

Esse conteúdo faz parte da revista do Point da Neve – Temporada 2017/2018. Para ler o conteúdo completo é só clicar aqui

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