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Europa: Club Med Peisey-Vallandry

SONHO ALPINO

Charmoso é a palavra que melhor define Peisey-Vallandry. É verdade que o adjetivo pode valer para qualquer cidade francesa, mas neste caso estamos falando do coração dos Alpes: aqui, o encanto é supremo. Não bastasse estar rodeado de bosques de pinheiros e montanhas de neve, o destino fica próximo à Itália e à Suíça. Vivenciar Peisey-Vallandry é sonhar acordado.

PEISEY-VALLANDRY-(Fullempty-Istock)

Uma das regiões mais exuberantes da Europa é a Savoie, onde se situa o Vallée de la Tarentaise. Esse pedaço alpino divide-se em três áreas, cada qual com seu centro de esqui: Espace Killy, Les Trois Vallées e Paradiski. Neste último está Peisey–Vallandry, um vilarejo a 15 minutos de carro da cidade de Bourg-Saint-Maurice e a poucos quilômetros de Genebra, na Suíça, Lyon, na França, e Turin, na Itália. O charmoso destino não goza de fama mundial, mas é conhecido pelos mais exigentes apreciadores de neve. Foi lá que Marli Santos, residente em Palmas (TO), desfrutou férias inesquecíveis ao lado da filha Sophia. Quando recebeu a sugestão do destino, dada pelo POINT DA NEVE, logo procurou se informar. “Quanto mais lia sobre o lugar, mais deslumbrada ficava, principalmente em relação às atividades infantis”, conta Marli, que embarcou em abril de 2016 para a Savoie com a filha de nove anos.

CONEXÃO PARIS-PEISEY

Normalmente, quem visita Peisey-Vallandry pega o TGV (trem de grande velocidade) em Paris. Em pouco mais de quatro horas o viajante chega a Bourg-Saint-Maurice e, de lá, toma um transfer para o village, que leva 15 minutos. Todo esse percurso é um espetáculo, então procure ficar acordado durante a viagem. “Fiquei completamente apaixonada por tudo que vi. A agricultura, as criações de gado e os picos nevados enchem os olhos”, recorda a cliente do POINT DA NEVE.

COMO_CHEGAR

Peisey-Vallandry está a 665 km de Paris. Na capital francesa, você pode tomar um trem na estação Gare d’Austerlitz em direção a Bourg-Saint-Maurice e, de lá, pegar um transfer até o resort.

CLUB MED PEISEY-VALLANDRY

Além de simpáticos chalés em Peisey-Vallandry, o visitante encontra butiques, lojas de artigos esportivos e eletrônicos, restaurantes e cafés requintados. Em meio ao acolhedor cenário está o Club Med, projetado pelo arquiteto francês Jean-Philippe Nuel. “A estrutura foi concebida para harmonizar com o meio ambiente”, explica o arquiteto. De fato, o resort e a montanha formam uma simbiose tão perfeita que parece que o prédio sempre esteve ali, compondo a paisagem natural. O resort oferece tantos atrativos que ir ao vilarejo acaba virando uma dentre várias opções. “A gastronomia do Club Med é excelente; por isso, fui ao centro apenas para conhecer os cafés.”

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TRANQUILIDADE E DIVERSÃO

Eleger Peisey-Vallandry como destino de neve é garantia de deslizar sobre uma montanha em boas condições durante a alta temporada. São 245 km divididos em 246 pistas para todos os níveis de dificuldade. No entanto, o grande diferencial está na estrutura montada para as crianças. Além das aulas de esqui, há ambientes de recreação – opções perfeitas para pais e mães que desejam curtir a montanha enquanto os filhos estão seguros e se divertindo. “Eu ia para as minhas aulas e a Sophia para as dela, o que criou uma saudável independência entre nós.” As aulas são ministradas por instrutores franceses que falam inglês e espanhol com fluência.

ANIVERSÁRIO DOS SONHOS

Pelo que foi dito até então, Peisey-Vallandry, certamente, ficou na lembrança de Sophia. Mas existem outras razões que tornaram a experiência memorável à pequena turista. Além de ter sido sua primeira viagem internacional, ela conheceu a neve e foi lá que celebrou seu aniversário de nove anos. “Quando as luzes do restaurante se apagaram, Sophia se assustou e pensou que a energia do resort havia caído. Foi então que viu o bolo de chocolate à sua frente. Ela chamou todos os atendentes brasileiros do Club Med para festejarem com ela.” Não por menos, na hora de fazer as malas para regressar ao Brasil, a pequena era só tristeza. “Sophia vive me pedindo para retornar a Peisey-Vallandry. Confesso que não foi só minha filha que se apaixonou pelo lugar. Eu também morri de amores”, finaliza a cliente do Tocantins.

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Marli Santos e a filha Sophia | Arquivo pessoal 

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Arquivo pessoal

Esse conteúdo faz parte da revista do Point da Neve – Temporada 2017/2018. Para ler o conteúdo completo é só clicar aqui

 

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